Archive for Março 2007
50 coisas para saber antes de ser CIO
PAUL COBY, CIO da British Airways
Quantas vezes você já se deparou com uma situação em que, se tivesse ouvido – e seguido – os conselhos certos, sua vida seria muito mais fácil? Pessoais ou profissionais, as dicas de quem tem mais experiência podem ajudar muito a resolver problemas e evitar a famosa “reivenção da roda”. Paul Coby, CIO da British Airways, sentiu na pela a falta de alguns conselhos durante a sua carreira de CIO e decidiu, para ajudar aos novos e futuros colegas, compilar algumas dicas importantes para tornar o dia-a-dia do líder de TI mais simples.
Publicada em 15/03/2007 http://cio.uol.com.br/carreira/2007/03/15/idgnoticia.2007-03-15.8490313704
Inovação – A chave dos negócios
Fonte: HSM
Se a informação, a competência e a tecnologia estão se tornando commodities, o que vai fazer a diferença? A resposta está em como convertemos estes elementos em valor, pois é nessa situação que a criatividade e a inovação são fundamentais.
Site avalia contribuição de gerentes para o sucesso em TI
Fonte: Baguete - 26/03/2007
Uma pesquisa recentemente lançada pelo Ibmec, em parceria com o PMI, analisa os fatores que contribuem para o sucesso de gerentes de TI. O levantamento, que verificou o retorno das ações dos gestores sobre o lucro e crescimento das empresas, acabou virando site.
O cartão de visita do CIO
Por BRUNO FERRARI, em 31/10/2006
A governança de Tecnologia da Informação se transformou em um conceito extremamente amplo, muitas vezes sendo taxada como mais um dos jargões do mundo de TI. Entretanto, o alinhamento direto com as necessidades de negócio, junto com o surgimento de metodologias e certificações como ITIL, Cobit, PMI, CMMI entre outras, transformou a governança em uma das melhores ferramentas que o CIO possui para justificar ao board da companhia a necessidade de liberação de verbas para o investimento em tecnologia.
Os projetos não saem do papel? Saiba como identificar onde está o erro
Portal Administradores, em 24/01/2007
A situação é frustrante tanto para o funcionário quanto para o gestor: passar vários meses trabalhando em projetos diferentes e, ao final do ano, não ver nenhum concluído. O pior: não saber nem em que ponto eles pararam de existir!