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Desembarquei em Sydney dia 22/02/2011, uma Terça-Feira, e no dia seguinte, 23/02/2011, já estava empregado. Como consegui isso?

Por José Eduardo Slompo

Fonte: TI Especialistas

A história é longa, mas pode ser resumida em três palavras: visto de trabalho. A Austrália sofre há muito tempo com a falta de profissionais de TI, e nem a crise econômica mundial mudou esse quadro. Desenvolvedores (principalmente Java, .Net, C e PHP) são os mais procurados, mas testers, arquitetos e gerentes também estão em falta. É claro que não é só comprar a passagem e sair mandando o CV. Também não adianta vir com o visto de estudante, que demora apenas um mês pra ser emitido, pois são raríssimos os casos em que as empresas contratam quem não tem visto de trabalho. O segredo é ter paciência e pensar no longo prazo: o processo para obtenção do visto de trabalho australiano leva pouco mais de um ano. Não é nada, considerando o futuro promissor que aguarda o profissional na terra dos cangurus!

Os salários são inacreditavelmente altos quando comparados aos do Brasil. Um desenvolvedor Java EE Pleno como eu, com 4 anos de formado, ganha, em Sydney, uma média de 150.000 dólares australianos por ano! Descontados os 10% que vão para a aposentadoria (aqui é chamada de Superannuation) e mais os impostos, sobram, líquidos, no mínimo 90.000 dólares por ano, o que dá em torno de 7500 dólares por mês. Se convertermos esse valor para reais usando o valor médio do dólar australiano, R$1,70, temos um SALÁRIO LÍQUIDO DE R$12.750,00. Isso sem contar a restituição anual de impostos e também a aposentadoria, que você pode sacar quando voltar pro Brasil.

Parece mentira? Exagero? Comprove aqui.

Esse último Salary Survey é de Março de 2011, é só olhar na coluna “Contract Rates” e ver que um desenvolvedor Java EE, por exemplo, recebe, em Sydney, de 550 a 750 dólares por dia, dependendo do seu nível. Aí é só fazer as contas e ver que os R$12750,00 mensais para um desenvolvedor pleno são a mais pura realidade. Para .Net, a faixa é ainda mais alta: de 600 a 800 dólares diários. Difícil de acreditar? A diferença é que aqui o profissional é verdadeiramente reconhecido pela sua formação e capacidade, ao contrário do que acontece no Brasil.

Vale lembrar que os altíssimos salários não são o único atrativo de Sydney: segurança, tranquilidade, povo educado, cidade limpa, nada de congestionamentos ou violência, parques em todo canto, infindáveis opções de turismo, praias maravilhosas e clima idêntico ao brasileiro, tudo isso aliado aos 150 mil dólares anuais, são características que fazem da cidade um lugar perfeito prá se viver.

Voltando à pergunta inicial: como consegui emprego tão rápido? A busca começou exatamente um mês antes da data da viagem. Me cadastrei nos principais sites de recrutamento australianos e comecei a mandar meu CV para as vagas que pareciam se encaixar com o meu perfil. Todo dia eu recebia avisos de novas vagas e aplicava para as que considerava interessantes. Apliquei para um total de 93 vagas e obtive em torno de 40 respostas, tanto positivas quanto negativas (muitos nem me retornaram). Por fim, estava participando de 12 processos ainda no Brasil, fazendo entrevistas por telefone ou Skype. Dos 12 processos, 5 já tinham entrevista marcada para a minha primeira semana na Austrália.

Isso é a prova de que a demanda aqui ainda é altíssima e de que, pra quem tem a paciência de esperar pelo visto de trabalho, não há outro caminho senão o sucesso!

Quem quiser entrar em contato para perguntar sobre qualquer coisa (posso inclusive ajudar com o processo de visto!), por favor fique à vontade: duslompo@yahoo.com.br. É sempre um prazer poder ajudar e fazer novas amizades.

Também mantenho um blog contando como é a vida por aqui.

Lá tem de tudo, de dicas de passeio a artigos sobre carreira e comportamento.

Grande abraço.

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Entrevista de Ricardo Vargas sobre o brasileiro no exterior no programa mesa de negócios.

Idioma: Português

Tempo: 4:46

Dubai

Publicado: 06/06/2009 em Slides, Trabalhar no Exterior

Idioma: Português

Slides: 18

Por Diego Homem

Trabalhar no exterior pode não ser um sonho impossível. Tudo depende de uma ideia a ser perseguida e de oportunidades a serem buscadas. Além, é claro, de alguns requisitos básicos que talvez já possua.

Fonte: Webinsider – 23/03/2009

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Por Pollyanna Melo

Governo do Canadá lançou, em setembro de 2008, o Programa Vanier de Bolsas de Pós-Graduação do Canadá, destinado a atrair e reter alunos canadenses e internacionais de doutorado.

Fonte: ADMINISTRADORES.COM.BR  – 2/10/2008

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Entrevistas com brasileiros que imigraram recentemente para o Québec, no Canadá.

“Cheguei em Montrel, no Québec, para saber o motivo pelo qual brasileiros de diferentes regiões vêm escolhendo esta província para residir.

De lá fui à própria cidade do Québec, passando por Sherbrook, e percebi que, após 3 semanas de entrevistas, as opiniões divergem e abordam, principalmente, questões com a língua francesa, a miscigenação cultural, o clima e, principalmente, o processo de adaptação ao mercado profissional.”

André Linn

Idioma: Português
 
Tempo: 16:05

Por Maurício Renner
 
A província canadense do Quebec está de portas abertas para profissionais de TI brasileiros decididos a emigrar.

Fonte: Baguete – 30/05/2008

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Por Aldo Mattos – 9/01/2008

We are searching for a Senior Project Manager:

Location: ALGERIA

Our client is one of the most important italian General Contactor Company involved, worldwide, in EPC Projects for civil infrastructures.

The main responsibilites of the candidate will be:

  • Day-to-Day administration and management of construction staff based on sites.
  • HSE Coordination, procedure revision and reporting.
  • Coordination of field engineering, procurement, and construction staff.
  • Overseeing the commercial and technical management of sub contractors and liaising with the client’s technical and commercial representatives.
  • Performing presentations to Directors, Client, subcontractors, construction staff personnel and labour force.
  • Producing progress reports.
  • Coordinate Quality Assurance / Quality Control office and site teams.
  • Managing contractual changes, field engineering modification, claims.

The ideal candidate has a technical background; at least 10/15 years construction and project management experience on EPCM infrastructure projects abroad; experience of managing direct hire multi-nationality labour force; commercial experience in managing specialist subcontractors, vendors, suppliers; proven track record of man management.

The knowledgement of French and English are mandatory.

Link: www.aldomattos.com  – Aldo Dórea Mattos – aldo@aldomattos.com

Por RICARDO SCHÜTZ

Assim como não é a direção do vento que determina o rumo do navegador, não é a língua que o mundo fala que determinará o nosso destino.

Fonte: English Made in Brazil -22/03/2006

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Fonte: Dubai F. C. – Sheik Luís

Está aberta para consulta pública a elaboração de um documento que compila informações úteis aos brasileiros que vivem no exterior.

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Por Aldo Dórea Mattos, MSc, PMP – aldomattos@terra.com.br

Trabalhei na Califórnia entre 1992 e 1995 pela Odebrecht. O que me capacitou para ser transferido para os EUA foi principalmente domínio do idioma, algo que não era comum na construtora.

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Por Aldo Dórea Mattos, MSc, PMP – aldomattos@terra.com.br 

É preciso dizer que vim trabalhar no Cairo por um convite que chegou até a mim através da rede Linkedin, uma poderosa network de profissionais de todas as áreas. Um “recruiter” espanhol fez uma busca, interessou-se por meu perfil, a coisa evoluiu e aqui estou eu gerenciando um projeto de engenharia de transportes. Sou contratado pela Iberinsa, empresa do grupo espanhol Acciona.

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Por Alisson Nogueira – alisson.nogueira@brainit.com.br

Não costumo enviar muitos e-mails, mas li o convite sobre as experiências de outras pessoas trabalhando no exterior e gostaria de compartilhar como foi a minha rapidamente.

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CONVITE

Estamos criando um novo espaço para compartilhamento de informações e experiências sobre trabalho no EXTERIOR. Se você está, esteve ou pretende, trabalhar no exterior, escreva para nós contando a sua história.

Equipe PontoGP – pontogp@gmail.com

Tempo: 1:07